Oficinas técnicas do PNTP simulam avaliação de portais de transparência no TCE-RJ

A programação do Treinamento Nacional das Equipes Técnicas para o ciclo de 2026 do Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP) prosseguiu nesta quinta-feira (13) com oficinas técnicas realizadas na Escola de Contas e Gestão (ECG) do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ). A atividade reúne representantes de todos os Tribunais de Contas, responsáveis pela análise de portais de transparência de órgãos públicos em todo o país.

Segundo Luana Oliveira, do Tribunal de Contas de Rondônia (TCE-RO), coordenadora do PNTP no estado e integrante do Comitê Executivo do programa, o exercício permite que as equipes se familiarizem com as mudanças metodológicas antes do início das avaliações. “As equipes técnicas foram divididas em salas para ter acesso ao sistema e verificar na prática as novas funcionalidades da aplicação”, afirmou.

Os participantes também realizam exercícios com portais de transparência disponibilizados para a atividade, avaliando se atendem aos requisitos mínimos definidos para o ciclo de 2026.

As oficinas integram a etapa de preparação das equipes que conduzirão as avaliações do PNTP em seus estados. Após o treinamento, os técnicos retornam aos Tribunais de Contas para replicar os procedimentos e orientar os jurisdicionados sobre os critérios exigidos pelo programa.

Prática

Os participantes também destacaram a importância do encontro presencial para o alinhamento das equipes e a troca de experiências entre os tribunais de contas.

A auditora Roberta Gardelli, do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), ressaltou que o contato direto entre os técnicos contribui para aprimorar o trabalho realizado nos estados. “A troca de experiências é muito importante nessas oficinas. É interessante compartilhar as realidades de cada tribunal e também conhecer melhor a equipe da Atricon”, afirmou.

Para João Paulo de Aguiar, auditor de controle externo e coordenador do PNTP no Tribunal de Contas do Tocantins (TCE-TO), o treinamento presencial facilita o alinhamento das orientações do programa. Segundo ele, o encontro permite esclarecer dúvidas e discutir situações práticas que surgem durante as avaliações.

A auditora de controle externo Talita Miranda Pereira, do Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO), também destacou o caráter colaborativo das oficinas técnicas. Para ela, o ambiente de trabalho conjunto fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre os tribunais e contribui para a aplicação mais uniforme da metodologia do programa.