Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil

Agenda do Controle

Parceria entre TCE-BA e Seplan visa fortalecer monitoramento e avaliação

Criar uma cultura de monitoramento e avaliação de atividades é um passo fundamental para que a missão de qualquer empresa ou instituição pública seja fortalecida e os seus colaboradores avancem na qualidade e eficiência.

Com base neste princípio, Thaiz Braga, da Diretoria de Avaliação da Superintendência da Secretaria de Planejamento do Estado (Seplan), apresentou aos servidores do Tribunal de Contas do Estado da Bahia, dia 4.06, os detalhes do Sistema de Monitoramento e Avaliação implantado pela Seplan. O encontro teve como objetivo a troca de experiências e o aproveitamento de ideias que podem ser adotadas pela Corte de Contas visando ao monitoramento de seus processos de trabalho.

De acordo com Thaiz Braga, o foco principal do sistema que atende ao PPA 2012-2015 é proporcionar insumos para a melhoria da execução dos programas. Outro fator destacado pela gestora é a necessidade de se criar uma cultura, por meio do monitoramento, que melhore a política pública. O TCE, na avaliação de Thaize Braga, é um parceiro que pode e muito ajudar as secretarias de Estado a fortalecer a sua missão, haja vista que o órgão de controle assume um papel fiscalizador e pedagógico em relação aos gastos públicos. “O TCE e a Seplan têm muito o que colaborar entre si a partir do desenvolvimento de tecnologias. Para nós, da Seplan, a relação com o TCE é extremamente importante, sabemos que vocês já têm uma metodologia para esses processos. Precisamos ter contato com essas metodologias e também apresentar as nossas experiências”, destacou.

Como não poderia deixar de ser, compromisso é a palavra-chave quando o tema é monitoramento e avaliação. De acordo com Thaiz, somente o envolvimento das lideranças e do funcionalismo público faz uma gestão de resultados dar certo. “O compromisso de todos os envolvidos é crucial para a melhoria dos resultados da gestão estatal. O caminho a ser trilhado requer o patrocínio das lideranças, envolvimento dos técnicos, qualificação e criação de estrutura. A partir do momento em que obtemos resultados positivos, acabamos tendo uma motivação maior para fazermos mais e melhor. É o que move o ser humano. Essa motivação, sem dúvida, nos dará orgulho de trabalhar num Estado competente”.

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