Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil

Agenda do Controle

TCE/SC registra avanço na gestão de resíduos sólidos

O Tribunal de Contas de Sanimg_8362ta Catarina (TCE/SC) atingiu um aumento de 450%, em média, na coleta de resíduos recicláveis, se considerada a quantidade de sacos recolhidos pela Divisão de Serviços Operacionais Contratados (DSOC), no mês de agosto. Por outro lado, houve redução de 35% no recolhimento de lixo comum (rejeito e orgânico). As informações são do coordenador da Comissão Gestora do Programa “Agenda Ambiental na Administração Pública” (A3P) no TCE/SC, auditor fiscal de controle externo Azor El Achkar.

Segundo dados compilados pela Comissão, com auxílio da DSOC, o Tribunal produzia por dia, em média, 40 sacos de 100 litros de lixo na coleta convencional e apenas dois sacos de materiais recicláveis — plástico, papel, vidro e metal limpos e secos. Já no mês passado, foram produzidos, em média, 26 sacos de 100 litros de lixo comum e 11 sacos de descartes recicláveis, por dia. “Esse resultado foi alcançado em virtude das ações de gestão adequada dos resíduos gerados pelo Tribunal, implementadas a partir de julho”, ressalta El Achkar.

Dentre as ações, destaca-se a instalação de 17 conjuntos de coletores para resíduos recicláveis nos andares do prédio principal, nos corredores do bloco B, na Diretoria de Controle dos Municípios (DMU), na Diretoria de Atividades Especiais (DAE) e no Ministério Público junto ao TCE/SC, em julho deste ano. No mês seguinte, a personagem Recicleide, interpretada pela artista educadora, Karina Signori, orientou o público interno quanto à destinação correta dos resíduos recicláveis, rejeitos e orgânicos.

Além disso, desde agosto, a DSOC destacou um funcionário para coletar o material reciclável uma vez por dia. Ele também é responsável por avaliar se há mistura de resíduos orgânicos, como sobras de alimentos, e rejeitos com o material destinado à coleta seletiva. A Comissão permanecerá acompanhando o desenvolvimento das ações e conta com a colaboração de todos. (Saiba mais).

Saiba mais: Confira na tabela abaixo alguns materiais que podem ou não ser reciclados.

 

Reciclável Não reciclável
Jornais, revistas, cadernos, livros, papel de seda, caixas de papelão e longa vida, cartolinas, potes, tampas, garrafas PET, algumas embalagens de produto de limpeza, panelas, latas limpas de bebidas e de alimentos; isopor, objetos de alumínio, cobre, chumbo e bronze, fios, tampinhas, garrafas de vidro, copos de vidro, brinquedos de plástico; parafusos e pregos, grampos e clipes, fios e objetos de ferro ou latão; canetas sem carga, escovas de dente, sacos e sacolas, arames, chapas e canos. Papéis carbono, celofane, papel vegetal, papel fotográfico, fitas e etiquetas adesivas, papéis metalizados (presente em embalagens de salgadinhos e biscoitos); parafinados ou plastificados; papéis e caixas de papelão engordurados; acrílicos em geral, tomadas, embalagens com material corrosivo e tóxico, espumas, plásticos “termofixos” (utilizados em telefone, computadores, teclados); esponjas de aço e latas de aerossol, tinta ou pesticidas; Couros: (bolsas e calçados) e peças em tecido.

Mais recentes

Seminário internacional aborda o papel das Instituições Superiores de Controle

TCE-PB identifica R$ 2,05 bilhões previstos nos orçamentos municipais para políticas voltadas à primeira infância

Alfabetização lidera prioridades dos Tribunais de Contas; educação infantil concentra resultados percebidos de sua atuação

Atricon e IRB pedem participação de países da Região Amazônica no IV ENAPI

+Simples promove encontros sobre reputação institucional e linguagem acessível nesta semana

Leia também

Seminário internacional aborda o papel das Instituições Superiores de Controle

O presidente da Atricon, Edilson Silva, participará remotamente do IX Seminário da OISC-CPLP, que acontece junto ao III Encontro dos Jovens Auditores, de 27 a 29 de outubro no Palácio da Justiça em Luanda, Angola.

TCE-PB identifica R$ 2,05 bilhões previstos nos orçamentos municipais para políticas voltadas à primeira infância

Levantamento realizado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) identificou R$ 2,05 bilhões previstos para ações relacionadas à primeira infância nas leis orçamentárias anuais (LOAs) de 213 municípios paraibanos para o exercício de 2026.

Alfabetização lidera prioridades dos Tribunais de Contas; educação infantil concentra resultados percebidos de sua atuação

Levantamento inédito com os 33 TCs brasileiros revela atuação que combina auditorias, monitoramento, capacitação e articulação institucional diante de desafios como aprendizagem, falta de vagas e capacidade de planejamento das redes públicas.