Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil

Agenda do Controle

TCE-AM oficia Prefeituras para atentar a planejamentos do SUS

O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), por meio da Secretaria de Controle Externo (Secex), oficiou os órgãos municipais do estado para se atentarem à orientação técnica feita pela Corte de Contas acerca dos Instrumentos de Planejamento do Sistema Único de Saúde. 
Foram oficiados o presidente do conselho de Secretários Municipais de Saúde, as prefeituras dos municípios do interior do Amazonas e o presidente da Associação Amazonense dos Municípios.

Nos ofícios encaminhados aos gestores, o TCE-AM solicita atenção à orientação técnica elaborada pelo Departamento de Auditoria em Saúde (Deas) da Corte de Contas, bem como destaca a importância das direções municipais do SUS em cumprirem com as disposições legais informadas na nota. Outra questão pontuada no ofício é sobre a elaboração e transparência dos instrumentos de planejamento em saúde pelos órgãos.

“O Tribunal está estabelecendo um novo marco em sua ação fiscalizatória. Estamos fortalecendo o controle, não apenas sobre as formalidades legais das despesas em saúde, mas também se essas despesas são legítimas, se atendem aos anseios da população local”, destacou o chefe do Departamento de Auditoria em Saúde, Rodrigo Valadão.

De acordo com levantamento feito pelo Deas, foi identificado que nenhum município do interior do Amazonas divulga, em suas páginas de transparência, os instrumentos de planejamento em saúde. Outros documentos, como quadro de detalhamento das despesas em leis orçamentárias, também são pendências dos municípios do interior. A ausência dessas documentações dificulta a fiscalização da Corte de Contas em avaliar o planejamento em saúde e as despesas autorizadas na lei orçamentária.

Conteúdos da nota técnica

Na orientação técnica elaborada pelo Departamento de Auditoria em Saúde (Deas) da Corte de Contas são tratadas as etapas do planejamento das políticas públicas na área da saúde pelos gestores municipais, de forma que colabore com a gestão do Sistema Único de Saúde (SUS).

O TCE-AM usou como base as observações do órgão técnico da Corte nos últimos anos, acerca das maiores dificuldades encontradas pelas gestões municipais em assuntos relacionados à gestão pública da saúde.

A nota explica quais são os instrumentos definidos em lei para o planejamento do SUS; os envolvidos na elaboração deste planejamento; a periodicidade necessária para que eles estejam prontos; o conteúdo obrigatório em cada um destes instrumentos, e as fontes de consultas que podem auxiliar nesta elaboração.

Texto: Lucas Silva

Mais recentes

Secretarias de projetos tratam sobre oficina do IX ENTC focada em cidades inteligentes e meio ambiente

Vice-presidente Gilberto Jales representa a Atricon em entrega de Carta de Compromissos do Gaepe-RN

ProConselhos: Em “live”, TCE-PR orienta conselhos municipais sobre nova avaliação

Tribunais de Contas são incentivados a apoiar fortalecimento de bibliotecas públicas municipais

Oportunidade na área de Comunicação: TCE-RO busca talentos para ampliar diálogo com sociedade

Leia também

Secretarias de projetos tratam sobre oficina do IX ENTC focada em cidades inteligentes e meio ambiente

Secretários executivos dos projetos de Meio Ambiente e de Obras Públicas e Infraestrutura da Atricon estiveram reunidos para tratar sobre a programação da oficina “Cidades e Comunidades Inteligentes, Sustentáveis e Resilientes, Meio Ambiente e Desafio Climático” do X ENTC.

Vice-presidente Gilberto Jales representa a Atricon em entrega de Carta de Compromissos do Gaepe-RN

O GAEPE-RN entregou a Carta de Compromissos pela Educação do RN aos candidatos ao Governo do Estado e colheu suas assinaturas. O documento reúne prioridades para a gestão estadual de 2027 a 2030.

ProConselhos: Em “live”, TCE-PR orienta conselhos municipais sobre nova avaliação

Os presidentes dos conselhos municipais de Educação, Saúde e Assistência Social do Paraná têm até 28 de setembro para responder ao formulário do ProConselhos, nova avaliação instituída pelo TCE-PR para medir a estrutura, a atuação e a capacidade de fiscalização desses órgãos nos 399 municípios paranaenses.