Atricon dá início ao planejamento da gestão do biênio 2026-2027

Em reunião realizada na última semana, a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) deu início ao planejamento da gestão para o biênio 2026-2027. Participaram do encontro o presidente da entidade, Edilson Silva, o vice-presidente Executivo, Joaquim de Castro, e um grupo de assessores das áreas de planejamento e comunicação.

A principal mudança diz respeito à organização do Plano de Gestão, que no biênio anterior consolidava 45 projetos em 10 objetivos estratégicos. A ideia para o novo biênio é realizar ajustes na organização e nomenclatura, padronizar a metodologia de planejamento e reorganizar os projetos em 18 programas, visando um monitoramento mais eficiente

Durante a reunião foram debatidos os desafios prioritários para o biênio 2026-2027, divididos entre “Controle Externo de Impacto”, “Harmonização dos Procedimentos dos TCs”, “Legitimidade Social dos TCs” e “Sustentabilidade Operacional da Atricon”.

No encontro, o presidente da Atricon fez uma breve avaliação dos dois últimos anos e comentou sobre o futuro à frente da entidade. “Foram dois anos de muitas conquistas, muitas vitórias e de expectativas supridas. Nosso desafio agora é manter o que foi feito e tentar evoluir sempre, porque esta continuidade nos traz uma responsabilidade ainda maior”, afirmou Edilson Silva.

Como parte da agenda de continuidade, nas próximas semanas serão realizadas reuniões de trabalho com a diretoria da Atricon e seus enlaces, além dos coordenadores, secretários executivos e integrantes das comissões dos projetos. A iniciativa visa o alinhamento dos direcionadores estratégicos e o planejamento das entregas que comporão o Plano de Gestão 2026-2027. 

O processo, de natureza participativa e dialógica, envolverá também encontros com parceiros institucionais, como o Instituto Rui Barbosa (IRB), o Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Conta e demais entidades do Sistema Tribunais de Contas. A medida reforça o compromisso da Atricon com uma construção democrática, integrada e colaborativa do novo ciclo de gestão.