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Setembro Amarelo: TCE-PA promove palestra sobre perdas, lutos e prevenção ao suicídio

O Tribunal de Contas do Estado do Pará (TCE-PA) realizou mais uma edição da Campanha Setembro Amarelo 2026, nesta quarta-feira, 9. Idealizada pela Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida (CSQ), a iniciativa reforça o compromisso institucional com a promoção da saúde mental, do autocuidado e da prevenção ao suicídio.

Como parte da programação, foi realizada a palestra “Quando a Vida Muda: Elaborando Perdas e Escolhas que Não Fizemos”, ministrada pela psicóloga Elvira Silvestre Chaves, no Salão Conselheira Eva Andersen Pinheiro. Durante a exposição, a especialista abordou o conceito ampliado de perdas e rupturas que impactam a vida das pessoas, para além da morte física, como divórcios, demissões, transições de carreira e adoecimento.

A palestra também promoveu reflexões sobre o processo de luto, os impactos psicológicos dessas vivências e a importância de acolher a dor sem a pressão pela superação imediata. Entre os pontos discutidos, estiveram ainda a diferença entre tristeza e depressão, a expressão emocional segura, o autocuidado e a identificação precoce de sinais de sofrimento psíquico.

O vice-presidente do TCE-PA, conselheiro Luis Cunha, membro do Comitê Nacional da Primeira Infância, fez um apelo para que todos estejam atentos ao sofrimento das pessoas ao seu redor, sejam amigos, parentes ou colegas de trabalho, ressaltando que gestos de cuidado e escuta podem fazer diferença na vida de quem enfrenta momentos difíceis.

Já o procurador-geral de contas, Stanley Botti Fernandes, destacou que a vida é marcada por altos e baixos e que todas as pessoas atravessam fases boas e outras mais desafiadoras, o que exige empatia e sensibilidade nas relações. Ao encerrar sua fala, leu dois parágrafos do livro A ciência do bom dia, de Ellen G. White.

A campanha busca oferecer aos servidores ferramentas práticas para o manejo do sofrimento, fortalecer a cultura do acolhimento e ampliar a capacidade de perceber sinais muitas vezes não verbalizados, como silêncio prolongado, queda brusca de rendimento e desinteresse por atividades antes prazerosas.

Com informações da Assessoria de Comunicação do TCE-PA

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