Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil

Agenda do Controle

Tribunal de Contas do Amazonas empossa a conselheira Yara Lins dos Santos

Prestigiada por dezenas de autoridades, entre elas o governador José Melo e prefeito Arthur Neto, e vários servidores da casa, a conselheira Yara Lins dos Santos foi empossada, na manhã desta terça-feira (17), como a nova integrante do pleno do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), pelo conselheiro-presidente, Josué Filho, em solenidade concorrida.

Com mais de 35 anos de serviços prestados ao TCE, Yara Lins dos Santos é funcionária de carreira da corte de Contas — onde ingressou no ano de 1975 — e foi escolhida pelo governador José Melo, na semana passada, em lista tríplice entre os auditores do Tribunal. A conselheira é segunda mulher a integrar o colegiado.

Em seu discurso de posse, Yara Lins dos Santos destacou a sua trajetória dentro da corte, onde atuou em vários cargos técnicos, de técnica de Controle Externo à secretária de Administração. Aos servidores, familiares, amigos e autoridades dos poderes Legislativos, Executivo e Judiciário presentes, a conselheira se comprometeu em atuar do mesmo jeito, com ética e Justiça, sempre observando os valores éticos que sempre a conduziram o seu trabalho no TCE-AM. “Não deixe de sonhar porque Deus é fiel”, concluiu ao agradecer a presença de todos os presentes e sendo aplaudida de pé pelos convidados.

O governador José Melo, ao destacar a capacidade técnica de Yara Lins do Santos, relembrou que a conselheira é extremamente preparada e julga à luz da lei, assim como os outros conselheiros, mas leva em consideração todas as peculiaridades de cada administração, sempre com muita ternura.

“Não tenho dúvida da escolha que fiz. Ela chegou ao cargo por méritos próprios. Sei que visão de ternura e de amor dela vai contribuir para que o colegiado seja cada vez mais justo e humano”, comentou o governador, ao ressaltar que o TCE tem se modernizado, mas sem se esquecer do lado pedagógico e humano.

O conselheiro-presidente do TCE, Josué Filho, ao falar da grande quantidade de presentes à solenidade para prestigiar a nova conselheira, afirmou que a presença de todos é o retrato da harmonia entre os poderes, do bom relacionamento que a corte mantém com o Judiciário, Legislativo e o Executivo. “A conselheira Yara é muito querida. Sua experiência certamente vai contribuir com o pleno e com o TCE”, afirmou.

Em nome dos servidores da casa, o secretário-geral de Controle Externo, Pedro Augusto Oliveira, fez uma saudação à conselheira durante a posse e afirmou que a escolha dela para compor o Tribunal Pleno é um reconhecimento do governador José Melo ao setor técnico do TCE. “Nós estamos orgulhosos. Conhecemos sua capacidade técnica. Sua escola é um privilégio para todos nós”, comentou.

Além de assumir uma cadeira no pleno da corte, a conselheira Yara Lins assume a relatoria das contas da Copa do Mundo e a presidência da Segunda Câmara do TCE.

Mais recentes

Atricon realiza visita institucional ao ministro Rodrigo Pacheco, do TCU

TCE-PR recebe equipe da Atricon para reunião de alinhamento do MMDi-TC

TCE-RN apura impacto de R$ 256 milhões com judicialização de direitos dos servidores

Curso focado na Reforma Tributária é iniciado no IDP

+Simples debate território, identidade e estratégias para aproximar a comunicação pública do cidadão

Leia também

Atricon realiza visita institucional ao ministro Rodrigo Pacheco, do TCU

O encontro teve como propósito fortalecer as relações institucionais, ampliar a cooperação e reafirmar a importância do diálogo permanente entre as instituições que integram o Sistema Tribunais de Contas.

TCE-PR recebe equipe da Atricon para reunião de alinhamento do MMDi-TC

O foco da atividade é o debate a respeito de itens de verificação e índices a serem adotados pela ferramenta voltada a medir o desempenho institucional dos órgãos de controle externo e os impactos de suas decisões na vida da população.

TCE-RN apura impacto de R$ 256 milhões com judicialização de direitos dos servidores

O levantamento aponta que atrasos e falhas administrativas na concessão de vantagens funcionais têm levado milhares de servidores a recorrer à Justiça para obter direitos que, em muitos casos, acabam sendo reconhecidos judicialmente.